Desenvolvedores · API
Uma API consistente para integrar a operação financeira.
A API organiza recursos por operações previsíveis, respostas estruturadas e autenticação por credenciais. Integrações devem começar em ambiente controlado e registrar referências sem armazenar segredos em código.

Visão executiva
O essencial antes de operar
Intenção atendida: Planejar uma integração com a API Digittro entendendo recursos, ambientes, autenticação, contratos, erros e operação antes da produção.
- Documentação não deve prometer endpoint inexistente.
- Ambientes e credenciais são separados.
- Recursos usam referências estáveis e estados explícitos.
- Erros são estruturados e acionáveis.
- Produção exige idempotência, observabilidade e menor privilégio.
01
O que esta solução organiza
A API organiza recursos por operações previsíveis, respostas estruturadas e autenticação por credenciais. Integrações devem começar em ambiente controlado e registrar referências sem armazenar segredos em código. O desenho da jornada separa claramente solicitação, validação, confirmação e conciliação. Assim, cada participante sabe o que precisa ocorrer antes de avançar.
Recursos organizados por domínio
Respostas e erros estruturados
Autenticação e rastreabilidade por requisição
02
Como funciona, etapa por etapa
- 01
Crie credenciais com o menor privilégio
- 02
Integre e valide os fluxos principais
- 03
Implemente idempotência e tratamento de erros
- 04
Ative webhooks e monitore produção
03
Qualidade operacional por padrão
Antes de confirmar qualquer operação, revise titularidade, valores, moeda ou ativo, rede quando aplicável, prazos, tarifas e destinatários. Dados enviados por canais não verificados não devem ser usados para transferências.
A Digittro apresenta estas informações para explicar o produto, e não como promessa de aprovação, rentabilidade, disponibilidade contínua ou aconselhamento financeiro, jurídico ou tributário.
03
Contrato antes do código
Uma API financeira precisa descrever recursos, métodos, rotas, campos, tipos, validações, estados e exemplos sem obrigar o integrador a deduzir comportamento. A especificação OpenAPI serve como contrato legível por pessoas e ferramentas, mas só tem valor quando acompanha a implementação. Um endpoint planejado não aparece como disponível até existir no ambiente correspondente.
Cada recurso possui identificador interno e referência fornecida pelo cliente quando aplicável. Valores monetários usam unidade e moeda explícitas, datas usam timezone definido e enums não mudam silenciosamente. Campos opcionais informam quando são retornados, evitando integrações dependentes de coincidências observadas em testes.
04
Ambientes, autenticação e permissões
Teste e produção mantêm credenciais, dados, URLs e webhooks separados. O modo de simulação produz estados documentados, mas não movimenta recursos nem confirma disponibilidade de um provedor real. A promoção para produção exige cadastro, configuração e validações correspondentes.
Credenciais ficam no servidor, nunca no navegador, aplicativo distribuído ou repositório. Cada integração recebe chave própria, escopos mínimos, responsável e ciclo de vida. Autenticação identifica a chamada; autorização ainda verifica se aquela credencial pode acessar o objeto e executar a função solicitada.
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Recursos, estados e consistência
Clientes, cobranças, pagamentos, saldos, reembolsos e liquidações não devem ser misturados em um único objeto genérico. Relações usam IDs e referências, e o estado financeiro evolui por eventos. Atualizações críticas rejeitam campos desconhecidos e mudanças incompatíveis em vez de aceitar mass assignment.
Listagens têm paginação, ordenação e filtros determinísticos. Uma página não pode perder ou repetir itens porque novos registros entraram durante a leitura sem que o contrato explique a estratégia. Respostas incluem request ID para correlacionar logs e suporte sem expor segredos.
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Erros, limites e repetição segura
Status HTTP e corpo estruturado distinguem autenticação, autorização, validação, conflito, limite, indisponibilidade e erro interno. O formato baseado em problem details pode oferecer tipo, título, status, detalhe e instância, complementado por código estável da Digittro. Mensagens humanas ajudam suporte, enquanto códigos orientam automação.
Retry ocorre apenas quando o erro e o método permitem, com backoff e jitter. Chamadas que criam ou movimentam recursos usam chave idempotente. Rate limits protegem capacidade e informam comportamento sem sugerir que aumentar concorrência resolverá um bloqueio.
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Versionamento, testes e observabilidade
Mudanças compatíveis acrescentam campos opcionais sem quebrar clientes que ignoram extensões. Alterações incompatíveis exigem versão, comunicação, janela de migração e data de descontinuação. Changelog separa documentação, correção e mudança de comportamento.
Testes cobrem sucesso, validação, timeout, duplicidade, evento fora de ordem e falha parcial. Em produção, métricas acompanham disponibilidade, latência, taxa de erro e filas sem registrar payload sensível. Alertas incluem request IDs e contexto técnico suficiente para investigação.
A documentação deve oferecer exemplos mínimos executáveis e respostas completas, mas nunca publicar chaves reais, contas verdadeiras ou dados pessoais. SDKs, quando existirem, são conveniências sobre o mesmo contrato e não uma fonte paralela de comportamento. Cada versão declara compatibilidade, dependências e política de suporte.
Operações financeiras exigem reconciliação além da resposta síncrona. O integrador persiste referências próprias, consulta estados pendentes e compara webhooks com a API. Dashboards ajudam diagnóstico, porém não substituem logs estruturados e alertas no sistema do cliente. Um runbook define como pausar chamadas, rotacionar credenciais e recuperar filas durante um incidente.
A homologação termina com critérios de saída documentados, responsáveis identificados e evidências de testes negativos, não apenas com uma chamada bem-sucedida.
Comparativo
API: contrato, segurança e operação
| Dimensão | Contrato necessário | Evidência |
|---|---|---|
| Requisição | Método, rota, campos e autenticação | Exemplo e schema |
| Resposta | Status, corpo e identificador | Contrato versionado |
| Falha | Código, detalhe e possibilidade de retry | Erro estruturado |
| Repetição | Idempotência e deduplicação | Chave e resultado original |
| Operação | Logs, métricas e correlação | Request ID e auditoria |
A documentação pública deve descrever somente recursos realmente implementados e disponíveis no ambiente correspondente.
Checklist
Antes de solicitar uma cotação
- 01
Definir caso de uso e ambiente.
- 02
Criar credencial com privilégio mínimo.
- 03
Validar contrato e exemplos oficiais.
- 04
Implementar timeout, retry e idempotência.
- 05
Tratar erros por código e estado.
- 06
Validar eventos e assinaturas no servidor.
- 07
Monitorar request IDs, latência e falhas.
Vocabulário
Termos usados nesta página
- API
- Interface programática com contrato documentado.
- Endpoint
- Combinação de método e rota para um recurso.
- Request ID
- Identificador usado para correlacionar uma requisição.
- Idempotência
- Repetição segura que preserva o efeito esperado.
- Webhook
- Evento enviado para um endpoint do integrador.
- Escopo
- Conjunto de permissões associado à credencial.
Fontes
Referências institucionais
Links externos usados para contextualização normativa e educação financeira. Nenhum direciona a concorrentes.
04
Perguntas frequentes
Como autenticar?+
Use as credenciais e o esquema descritos na documentação, sempre pelo servidor e em conexão segura.
Posso colocar a chave no navegador?+
Não. Segredos devem permanecer no servidor ou em um cofre de credenciais.
Como testar sem cobrar de verdade?+
Use o modo de simulação ou sandbox configurado para os provedores antes da produção.